sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Espíritos e assombrações milenares?

O prólogo da segunda edição completa do terceiro volume do livro As Musas do Terceiro Milênio (asM3M) parece fazer referência a um espírito ou assombração milenar... entretanto o conto central tem pouca conexão direta com os fatos apresentados tanto no início do livro quanto com os fatos apresentados no epílogo. Assim como o volume 3, os volumes 1 e 2 da série apresentam personagens que se juntarão aos demais no volume 4. A postagem de hoje destina-se a apresentar o prólogo conforme segue:

*** ANGéLICA ***
Era uma loja pequena no centro de Canoas, dessas que vendem de tudo.
Quando entraram na loja o atendente veio avisar que era hora do lanche, pedindo desculpas por estar sozinho e avisando que, se entrasse mais algum cliente no estabelecimento, ele teria de que se desdobrar para atender o casal e a filha de seis anos de idade.

Righter acenou e informou que estavam apenas buscando por pilhas para colocar no brinquedo que a filha tinha ganho de aniversário. Iam fazer uma viagem à serra gaúcha e precisavam garantir que o brinquedo funcionasse ao longo do percurso de duas horas. Pelo menos durante a pequena viagem, lá poderiam dar jeito de adquirir outras caso fossem necessárias.
O vendedor ficou atendendo Righter enquanto mãe e filha vagavam entre as estantes da loja, quando a menina pediu à mãe que levassem uma boneca nova, de pano, daquelas que podem servir até mesmo como travesseiro, principalmente para se recostar no banco traseiro do carro.
O pai pagou pelas pilhas e pela boneca e deixaram a loja para embarcar no carro. Seguiam pela estrada tranquilamente, quando a mãe perguntou para a menina como batizariam a nova boneca. Todas as bonecas da menina tinham nome e eram batizadas em conjunto por mãe e filha. Por vezes, passavam horas selecionando nomes, a partir de longas listas confeccionadas entre sorrisos e considerações pertinentes à personalidade e características dos potenciais homenageados. Pois a lista era confeccionada a partir dos nomes de coleguinhas da escola, professores, personagens de desenhos animados ou mesmo elementos inanimados que lembrassem a boneca ou boneco da vez.
Mas desta vez foi diferente. Quando a mãe olhou pelo vão entre os bancos dianteiros em direção à criança que estava acomodada na cadeira fixada no meio do banco traseiro do veículo, aguardou a resposta e ouviu a menina singelamente retornar:
- Ela se chama Angélica.
A mãe perguntou:
- Quem é Angélica? Acho que não conhecemos nenhuma Angélica... A do desenho animado que vimos no cinema? Mas ela é meio que malvada...
- Não, Angélica como a moça da loja... ela disse que eu poderia levar a boneca se a chamássemos de Angélica.
- Tudo bem, filha. Pode chama-la de Angélica... Angélica lembra anjo: angelical.
A mãe ficou pensando por algum tempo, quando um chamado cortou o silêncio como uma navalha cortando o ar e aqueles pensamentos.
- Pai!
- Sim, filha.
- A Angélica pode entrar na nossa casa quando voltarmos do passeio?
- Claro que pode, filha. Claro que pode...

*** CONVERSAS NOTURNAS ***
Quando Righter acordou, não teve problemas para identificar a voz da filha de seis anos no meio da noite. Olhou no relógio da parede, eram três da manhã e a conversa no cômodo adjacente prosseguia em um tom animadíssimo. Estranhou de pronto a situação e erguendo o tronco de sobressalto, sentou na cama. Levou a mão buscando o outro lado da cama e tateou o ombro da esposa que ainda dormia pesado. Ainda sentado, tentou calçar os chinelos que havia depositado displicente ao lado da cama, sem sucesso por um breve momento na escuridão, optou por prosseguir levantando o corpo e deixando a cama descalço mesmo.
O homem chegou à porta e olhou em direção ao quarto da filha sem mesmo entrar no corredor que separava os cômodos. Aguçou a audição e a conversa continuava em ritmo festivo, mas não conseguia perceber outra voz além da voz da filha. Em passos acelerados, um instante antes de entrar no quarto da pequena a conversa cessa sobrenaturalmente, como se tivesse sido previamente detectado como um intruso indesejável no perímetro de uma roda social que não lhe desejava por perto. Entrando no quarto enquanto simultaneamente acendia a luz institivamente, Righter percebeu a filha sentada com a Angélica no colo.
- Filha, não conseguiu dormir? Tudo bem contigo?
- Sim, papai.
A menina respondeu sorridente e abraçou a boneca junto ao rosto.
- Que conversa toda era aquela?
- Eu estava conversando com a Angélica. Ela já viu o mundo todo...
O pai olhou atento embaixo da cama, dentro do armário, atrás das cortinas... checou a janela diante dos olhos atentos da menina, sem deixar o quarto. Pediu à menina que dormisse porque ela tinha aula pela manhã e precisavam acordar cedo. Após verificar todas as janelas e portas dos demais cômodos do imóvel, voltou ao quarto do casal somente depois de ter aberto todos os armários e verificar todas as cortinas do apartamento.
O pai não cerrou mais os olhos e ficou tentando lembrar da conversa da filha, qual era mesmo o assunto? De repente se percebeu ouvindo trechos inteiros da conversa, mas parecia um pouco mais adiantada. Combinavam um passeio com outros amigos cujos nomes não lhe eram familiares... Outros amigos? A filha perguntava sobre cada um deles à Angélica... como eram e o que gostavam de estudar e de que gostavam de brincar... em um estado pós-transe, Righter percebeu que aquela parte da conversa não tinha acontecido... estava acontecendo. Ergueu-se da cama, chamando a esposa que acordou... ao chegar no quarto ao lado ouviu a filha dizer:
- Eu disse que ele ia voltar... você não conhece o papai.
Righter acendeu a luz instintivamente como da primeira vez, entretanto a filha estava deitada, ainda sorridente.
- Filha, tudo bem contigo?
- Sim, papai!
- Conversando com a Angélica novamente?
- Sim...
A mãe entra no quarto e o pai prossegue:
- Pois diga para a Angélica que você precisa dormir porque é você que tem aula amanhã e que ela pode ficar em casa dormindo até mais tarde. Então, trate de dormir...
- Mas eu avisei a Angélica... ela disse que não tem problema se eu não for para a aula porque a professora vai ensinar coisas que eu já sei... já a Angélica vai trazer outros amigos aqui para me ensinar coisas que eu não sei...
- Bom, se você já avisou: ela está avisada. Vou levar a Angélica comigo, ela vai dormir no sofá da sala hoje...
A esposa dá boa noite para a filha enquanto que o pai inspeciona novamente o quarto e as entradas da casa, terminando por deixar a boneca no sofá da sala.
O silêncio volta a reinar no imóvel e os seres humanos dormem tranquilamente sem maiores incidentes ao longo da noite.
Na manhã seguinte, o pai levou a filha para a escola logo após o café da manhã. Havia comentado com a mãe a respeito do grande negócio que fez para conseguirem dormir com tranquilidade ao transferir a boneca para o sofá. Já na hora do almoço, enquanto o pai trabalhava na cidade vizinha, mãe e filha chegavam em casa da escola para que pudessem fazer a refeição.
A mãe vê que a criança está entretida com o aparelho de televisão da sala e a convida para a mesa da cozinha. Ao passar pelo sofá ela sugere:
- Você não quer levar a Angélica para a cozinha?
- Mas, ela já está lá...
- Não está, não, querida. Seu pai a deixou aqui no sofá ontem à noite...
A mãe entregou a boneca para a filha e seguiu em direção à cozinha para desligar a panela de pressão, sem poder ouvir a última frase da conversa que tiveram.
- Não, mamãe... ela passou a noite inteira ao meu lado para que eu não passasse a noite sozinha.

A menina abraçou a boneca junto ao rosto novamente e sentou-se na mesa a aguardar pelo seu prato.


*** A VISITA ***
As conversas noturnas continuaram a ocorrer, sempre muito animadas, mas agora havia um toque de recolher às nove horas da noite.
Nesta noite de sábado a família visitava a casa dos avós. Os pais de Righter contavam sobre os acontecimentos da semana quando a neta, com a boneca no colo, pediu para voltar para casa. A vó retrucou:
- Mas já... ainda é cedo, pequena.
- Vovó, já são quase nove horas e não vou poder conversar com a Angélica depois desse horário.
Righter intercedeu:
- Mas, filha, você passou o dia todo com a boneca e não trocou uma palavra com ela... vai querer me dizer que vai conversar com a Angélica só depois que chegar em casa?
- É que a Angélica fica muito brava com você quando não nos deixa conversar, papai...
- Tudo bem, filha, você pode conversar com a Angélica por meia hora logo após que chegarmos em casa.
A menina aceitou e ficou um pouco mais calma... Na hora de se despedirem a menina já estava dormindo. O pai a colocou ainda dormindo na cadeira afixada ao banco de trás e seguiram para casa. Quando chegaram, a conversa animada durou por mais meia hora conforme o combinado e tudo parecia bem. Nas noites seguintes também... o toque de recolher era respeitado e o silêncio estabelecido no lar para que a família pudesse descansar tranquilamente até a manhã seguinte.
Era sábado novamente e passaram na casa da vó a caminho do shopping center. Nem chegaram a descer do carro. Os avós conversaram brevemente com os pais da menina que aguardava no banco de trás folheando um dicionário ilustrado destinado a crianças que estão sendo alfabetizadas. Quando iam partir a vó pediu:
- Aguardem um instante...
Para a surpresa de Righter a vó traz consigo a Angélica e entrega à criança que agradece pela janela da porta traseira do veículo. Com um sorriso meio sem jeito ele avisa:
- Mãe, essa boneca ela já tem...

- Não, filho... é a boneca dela que ficou aqui no outro sábado... ela saiu daqui dormindo e a esqueceu conosco...

Righter mal conseguiu realizar as compras dos itens que foi buscar no shopping, comeram um lanche rápido e retornaram para casa... Saindo do carro em direção à porta do apartamento térreo, o pai perguntou:
- Filha, com quem você tem conversado à noite?
- Com a Angélica, ora...
- Filha, a Angélica ficou na casa da vovó... com quem tem conversado à noite?
- Com a Angélica, a moça da loja... que deu o nome à boneca.
Righter estava começando a ficar nervoso...
- Que moça da loja, filha?
- A moça com o olho rosa... a que pediu pra gente colocar o nome dela na Angélica...
- Ela tem os olhos cor-de-rosa?
- Não, papai... um olho é rosa... o outro é azul...
- Filha, a Angélica está onde?
- A boneca?
- Não, a boneca está na minha mão. Onde está a moça da loja? Ela está aqui em casa agora?
- Não, papai, ela só vem à noite... depois da hora da janta...
- E ela vem sozinha? Ela queria te apresentar uns amigos... nunca dê permissão para ninguém entrar aqui...
- Ela sempre pede, mas eu nunca deixo...
- Perfeito, continue assim. Mas como a Angélica entrou aqui?
- Pela porta.
- Não, quem a deixou entrar?
- Você disse no carro que ela podia entrar quando voltássemos do passeio...
Righter parou por um momento, pensando... e lembrou do dia em que compraram a boneca.
- Sim, filha: tem razão. Mas, não deixe mais ninguém entrar aqui...
- Tá bom, papai... mas a Angélica sempre fica brava quando eu não deixo e que pode fazer coisas ruins com o mundo... e com vocês...
- E contigo, filha? Ela não fala nada sobre você?
- Não, ela apenas fica rangendo os dentes e rugindo como o leão do zoológico... só que um leão de cabelo roxo...
- Escuta, filha... se ela vier hoje depois do jantar para nos visitar: me avisa, tá? Fica junto do pai e da mãe na sala, tá bom. Não sai daqui... vamos passar o dia juntos hoje...
- Tá bom, pai...
A mãe ouviu tudo atentamente e não interferiu no rumo da conversa... parecia tudo muito estranho...
Quando eram sete da noite, a mãe serviu o jantar e o pai perguntou:
- A Angélica está aqui filha?
Pegando uma fatia de torta fria a filha respondeu:
- Não, pai... só nós...
Perto das oito horas da noite a filha alertou:
- Pai, a Angélica está aqui...
- Filha, pede pra ela ir embora e não voltar mais, porque ela precisa procurar alguém que ajude ela ou se juntar aos amigos dela. O que ela gostar mais...

A menina repetiu as palavras do pai e disse:

- Pai, ela ficou muito brava... mas disse que vai embora...
- Pra sempre?
- Acho que sim... nem deu tchau... virou e desapareceu.
Righter se sentiu aliviado, ainda que um pouco apreensivo... não sabia se seria uma solução permanente ou por quanto tempo ia durar.
Righter pediu para que a filha dormisse junto da mãe no quarto do casal, enquanto passou a dormir no quarto do lado... nas primeiras noites a partir de então, mal dormia... depois, passou a dormir pesadamente, sempre vencido pelo cansaço.
Passada uma semana, Righter, que diariamente perguntava para a filha se havia tido algum contato com a Angélica, sempre recebia a resposta em negação. Por vezes perguntava mais de uma vez ao longo do dia...
A filha parou de dormir junto da mãe e o casal voltou a dormir no quarto grande. De volta ao pequeno quarto, a filha perguntou se podia dormir com uma boneca para não se sentir sozinha. O pai disse que sim. Ela prontamente pegou uma de suas Barbie e foi deitar.
Na semana seguinte, sobressalto. No meio da noite, Righter acorda e ouve uma conversa animada no quarto da filha. Ele corre em direção ao quarto, no escuro, sem chinelos mesmo... já havia visto aquele filme antes...
Ao entrar no quarto encontra a filha sentada, pôde ver ainda no escuro a Barbie nas mãos da menina...
- Com quem está conversando filha?, perguntou, temendo pela resposta.
- Com a Barbie.
Righter ficou aliviado... acendeu a luz.
- O que vocês estavam conversando?
- A gente tava combinando a festa de aniversário dela aqui em casa, vai ser na semana que vem.
-  Tudo bem, filha... com a Barbie pode conversar... Já faz tempo que estão conversando, filha? Está muito tarde...
- Há algumas noites, papai.
- Engraçado, só ouvi hoje... não tínhamos combinado que essas conversas tinham que terminar as nove da noite?
- É que achamos que o senhor não estava mais bravo com a Angélica... ela acertou... disse que se eu a chamasse de Barbie você ia deixar ela me visitar e passar as noites aqui comigo e que poderíamos falar até mais tarde que você não iria se importar...

<<< continua no volume 4... >>>
Próxima Página: http://asm3m.blogspot.com/2018/11/asm3m-vol3-ed2-pags26-e-27.html




A segunda edição completa do terceiro volume do livro As Musas do Terceiro Milênio (asM3M) já está disponível no website asM3M:


Este terceiro volume também está sendo disponibilizado no Wattpad:




O livro completo da segunda edição do terceiro volume em formato "pdf" pode ser solicitado neste ano de 2019 pelo endereço de email
clarcen2009@gmail.com


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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dissertação de Mestrado: confira dicas de como escrever e estrutura

Em http://viacarreira.com/dissertacao-de-mestrado-224946/

ViaCarreira » Acadêmico » Dissertação de Mestrado: confira dicas de como escrever e estrutura

No Brasil, o trabalho científico costuma seguir as normas da ABNT.

Publicado em 31/05/2017


dissertação de mestrado é o produto final de dois anos de pesquisa. Esse documento registra a contribuição do estudante para a comunidade acadêmica. Trata-se de um esforço individual para fazer avançar o conhecimento coletivo.

O texto costuma partir de um problema, geralmente expresso em forma de pergunta. É esse questionamento que conduz a discussão sobre os dados coletados pelo pesquisador. Tais informações envolvem tanto observação da realidade (parte empírica) quanto leitura de outros autores (parte teórica).

Ao fim do relatório, é esperado que o mestrando responda à questão norteadora, de modo a apresentar os resultados obtidos. Se for o caso, também pode abrir margem para futuras investigações – num doutorado, por exemplo.

Como estruturar uma dissertação de mestrado

Não há uma receita. Cada pesquisa tem objetivos específicos e, por isso, a estrutura do texto final pode variar. Ainda assim, existem itens básicos que costumam aparecer em qualquer trabalho científico desse porte.

Pré-textuais

A dissertação é formatada segundo as regras do programa de pós-graduação ao qual o aluno é vinculado. No Brasil, costuma-se seguir o padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nesse modelo, é necessário incluir os chamados elementos pré-textuais, que correspondem a tudo que apareça antes do relatório propriamente dito. Entram aí capa, sumário, resumo da pesquisa e agradecimentos, entre outros.

Introdução

Em seguida, vêm os elementos textuais, a começar pela introdução. Nessa parte, costuma-seapresentar a temática do estudo, os objetivos do pesquisador, o problema de investigação a ser respondido e a relevância do trabalho para a sociedade (justificativa).

Revisão teórica

Os capítulos teóricos da dissertação de mestrado servem para contextualizar o fenômeno investigado. Nesse ponto, resgatam-se conceitos pertinentes à problemática, a partir da leitura deautores relevantes para a área de conhecimento.

Não basta apenas citar obras famosas. Deve-se articular o pensamento dos intelectuais, mostrando como cada um contribui para responder pelo menos parte das dúvidas suscitadas no decorrer da discussão.

Ainda nessa etapa, traça-se o estado da arte. Em outras palavras, explica-se o que já foi pesquisado sobre o tema e quais aspectos ainda precisam ser aprofundados. Para tanto, pode-se recorrer ao banco de teses e dissertações da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Metodologia

Toda pesquisa científica requer um arranjo metodológico para observar o objeto empírico. Basicamente, são técnicas reconhecidas pelos pares como uma maneira de se aproximar da realidade estudada.

Nas ciências exatas e da natureza, é comum recorrer a experimentos em laboratório. No caso das humanas, pode haver entrevistas, grupos focais ou abordagens etnográficas. A composição da metodologia depende do que se investiga.

Nesse capítulo, é importante evidenciar os passos da pesquisa e justificar cada estratégiaadotada. Mesmo quando um procedimento não surte resultados, ele gera algum tipo de conhecimento.

Análise dos dados

É nesse momento que o investigador confronta a teoria com a realidade observada. Busca-se, assim, entender o objeto de pesquisa e vislumbrar possíveis respostas para a problemática.

Considerações finais

Na conclusão, a ideia é avaliar os resultados da pesquisa e verificar se os objetivos foram alcançados. Recomenda-se retomar pontos apresentados na introdução do trabalho, até mesmo como forma de tornar o texto mais acessível para o leitor.

Pós-textuais

A ABNT estipula regras para citar as referências bibliográficas utilizadas. Outros elementos, como os... ( continua em http://viacarreira.com/dissertacao-de-mestrado-224946/ )



  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume II.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume I.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2014. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Segunda Edição (Ampliada).

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2013. Pedagogias Culturais.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

DOWNLOAD PARCIAL.
LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

Livro 2015. Tecnologia da informação e educação contemporânea.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
FIALHO, Arivelto Bustamante. QUADROS, Augusto Wagner Farias de. CARVALHO, Nilton Cezar. Tecnologia da informação e educação contemporânea. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2015. 65p. il.

Livro 2013. Clusterização.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.

Livro 2012. As regras do Truco Cego.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
AGUIAR, Vitor Hugo Berenhauser de. As regras do Truco Cego. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2012. 58 p. il.



quarta-feira, 29 de março de 2017

Novas regras vão facilitar a validação de diplomas emitidos por instituições do exterior

Em http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=43071

Terça-feira, 13 de dezembro de 2016, 19h58

Por Rovênia Amorim

Estudantes brasileiros que concluíram cursos de graduação e pós-graduação (mestrado ou doutorado) no exterior terão, respectivamente, os diplomas revalidados e reconhecidos com maior agilidade a partir de nova política do Ministério da Educação. O ministro Mendonça Filho assinou nesta terça-feira, 13, no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília, portaria normativa que dispõe sobre as regras e os procedimentos para equivalência, em âmbito nacional, dos diplomas expedidos por instituições estrangeiras de educação superior. Na mesma ocasião, foi lançado o Portal Carolina Bori, que reúne informações sobre a nova legislação e sobre o trâmite mais simplificado da documentação.

No Brasil, a revalidação dos diplomas de graduação fica a cargo das universidades públicas. Já o reconhecimento dos diplomas de mestrado ou doutorado stricto sensu pode ser feito também por instituições particulares. "O passo que consagramos a partir de hoje é muito importante e vai na direção da facilidade para pesquisadores, professores e acadêmicos que estudam no exterior", disse o ministro Mendonça Filho.

"A burocracia não pode atrapalhar a vida das pessoas; devemos ter uma burocracia que proteja o Estado, que resguarde os direitos do cidadão, mas que não crie situações em que as pessoas levem dez anos para ter o reconhecimento de um diploma. Isso é coisa do século passado ou retrasado e é inaceitável", acrescentou o ministro. 

De acordo com a coordenadora de avaliação internacional da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC e da equipe responsável pelo desenvolvimento da plataforma Carolina Bori, Elizabeth Balbachevsky, o problema é que os procedimentos de validação adotados pelas universidades brasileiras sempre seguiram "uma tendência restrita, de comparação de disciplinas e medição de cargas horárias". Esse rigor mostra-se, segundo ela, desatualizado com o ensino acadêmico global e dificulta a política nacional de internacionalização na educação superior.

Segundo ela, muitos brasileiros deixam de se matricular em cursos de excelência, em nível de pós-graduação, no exterior, por saber que dificilmente conseguirão ter os diplomas reconhecidos no Brasil. "O que acontece hoje, no Brasil, é uma situação completamente arcaica e anômala e não ajuda nada no avanço do conhecimento", disse. Esse entrave da legislação brasileira para as políticas de internacionalização ficou ainda latente com o programa Ciência sem Fronteiras (CsF), que fomentou a mobilidade internacional de estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação.

Mérito — A dificuldade dos bolsistas em ter os diplomas validados no Brasil pautou discussões na Câmara de Educação Superior do CNE, que aprovou, em 22 de junho deste ano, a Resolução nº 3, com normas referentes a processos de revalidação e de reconhecimento. A portaria assinada pelo ministro ratifica as normas sugeridas pelo CNE. A principal alteração, descrita no art. 2º, faz referência à fundamentação da análise, que deve ser relativa "ao mérito e às condições acadêmicas do curso ou programa efetivamente cursado" e ao "desempenho global da instituição ofertante, levando em consideração diferenças existentes entre as formas de funcionamento dos sistemas educacionais, das instituições e dos cursos em países distintos".

A arquiteta e urbanista Gabriela Callejas, 32 anos, está otimista com a nova legislação e a chance de ter, enfim, reconhecido o diploma do mestrado cursado na Columbia University, de Nova York. "É frustrante fazer um investimento para um mestrado que seria válido em qualquer parte do mundo e não conseguir equivalência no Brasil", argumenta a profissional, que teve, em 2012, o processo de reconhecimento do diploma indeferido.

Durante reunião no CNE, o ministro Mendonça Filho assinou portaria com as novas regras para a validação de diplomas (Foto: Luís Fortes/MEC)"Disseram que não poderiam reconhecer o diploma porque não escrevi uma dissertação, mas a universidade de lá tem outro formato de curso", acrescentou. Com novos critérios a vigorar, ela espera ter o curso reconhecido. "Quero muito poder dar aulas sobre desenho urbanístico, que é uma carência nos cursos de graduação do Brasil."

O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos. "A nova legislação estabelece normas e prazos que são importantes tanto para as instituições realizarem as revalidações e reconhecimentos quanto para as pessoas que os solicitam", disse Concepta Margaret McManus Pimentel, diretora de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Ela explica que o portal estabelece uma plataforma única padronizada para a realização dos pedidos. Assim, mesmo antes de sair do país para estudar no exterior, acrescenta a diretora, "as pessoas terão conhecimento sobre os documentos necessários para o reconhecimento e revalidação dos diplomas no Brasil, os prazos para os procedimentos, bem como informações sobre os cursos no exterior em que os alunos que já tiveram seus diplomas validados".

Bolsistas — Os bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras e os demais financiados pelas agências brasileiras serão beneficiados pela nova legislação e terão a tramitação de revalidação simplificada. Nesses casos, o prazo de tramitação será menor, de 60 dias. "O Ciência sem Fronteiras mostrou que o nosso sistema de reconhecimento e de validação é ultrapassado", disse Elizabeth Balbachevsky. "Chegamos à situação anômala de bolsistas que tiveram seus estudos no exterior financiados com recursos públicos e não conseguiram ter o diploma validado para trabalhar."

Logo após o lançamento do Portal Carolina Bori, teve início o seminário Elementos para uma Política de Revalidação/Reconhecimento de Diplomas. A secretária-executiva do MEC, Maria Helena Castro, abriu a discussão afirmando que o portal "representa um avanço extraordinário para os processos de reconhecimento e revalidação dos diplomas estrangeiros, que sofreram um processo de burocratização".

O secretário de Educação Superior do MEC, Paulo Barone, disse que o processo de validação nacional dos diplomas estrangeiros passará a verificar o mérito científico e acadêmico dos cursos e instituições dos diferentes países. "A burocracia não pode superar o mérito", afirmou. Segundo Barone, não faz sentido uma sistemática de validação de diplomas pautada em comparar carga horária e disciplinas. Apesar das mudanças estabelecidas pela nova legislação, ele assegura que a desburocratização dos procedimentos não significará menor rigor com cursos de mérito duvidoso no exterior. 

Portal — No portal, que homenageia a primeira mulher a presidir a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), tanto os responsáveis, nas universidades, pelos processos de validação, quanto os diplomados no exterior vão poder consultar a legislação vigente e as orientações necessárias para submeter um diploma à validação. Falecida em 2004, a pedagoga e doutora em psicologia Carolina Martuscelli Bori construiu uma carreira acadêmica que se desdobrou da educação para a psicologia, para a ciência em geral e para política científica em defesa da sociedade. Uma das primeiras pesquisas que realizou, no final da década de 1940, fez referência ao preconceito racial e social.

Presidente da Capes, Abílio Baeta disse esperar que as universidades brasileiras façam uso da base de dados da plataforma Carina Bori e se aproveitem da experiência da Capes na concessão de bolsas de pós-graduação. "Um dos elementos por trás de cada bolsa concedida pela Capes diz respeito à qualidade do destino pretendido e essa é uma informação que precisa ser considerada nos procedimentos de validação dos diplomas", observou. E elogiou a nova política do MEC: "Num momento em que se aposta numa inserção internacional mais forte das nossas universidades e da nossa comunidade acadêmica é preciso que nós saibamos reconhecer como se formam recursos humanos de alto nível nos outros países e que com bastante rapidez e agilidade possamos integrá-los ao nosso sistema."

Diagnóstico — Pesquisa realizada pelo MEC, entre 28 de setembro e 21 de outubro deste ano, junto a 76 instituições de educação superior aptas a revalidar e a reconhecer diplomas obtidos no exterior, revela que os processos de equivalência estão ativos em apenas 53% delas. Das 2.306 solicitações recebidas no último ano, 70% foram para reconhecimento de diplomas de pós-graduação.

Ao se considerar uma demanda média anual de 1.426 solicitações, a América Latina destaca-se como a principal origem dos pedidos de validação e reconhecimento de diplomas, seguida pela Europa, Estados Unidos e Canadá. Entre os principais problemas relatados pelas instituições estão legislação insuficiente e apresentação de documentação errada.

Portaria Normativa do MEC nº 22/2016, que dispõe sobre a tramitação de processos de revalidação de diplomas de graduação estrangeiros e o reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu expedidos por instituições do exterior, foi... ( continua em http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=43071 )



  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume II.

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Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume I.

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Livro 2014. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Segunda Edição (Ampliada).

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Livro 2013. Pedagogias Culturais.

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LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

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LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

Livro 2015. Tecnologia da informação e educação contemporânea.

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FIALHO, Arivelto Bustamante. QUADROS, Augusto Wagner Farias de. CARVALHO, Nilton Cezar. Tecnologia da informação e educação contemporânea. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2015. 65p. il.

Livro 2013. Clusterização.

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LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.

Livro 2012. As regras do Truco Cego.

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Diplomas de mestrado e/ou doutorado expedidos por universidades estrangeiras

Em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=268&Itemid=323





Diplomas de mestrado e/ou doutorado expedidos por universidades estrangeiras

Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9.394 de 1996), Art. 48, §3º, os diplomas de mestrado e de doutorado expedidos por universidades estrangeiras só poderão ser reconhecidos por universidades que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados, na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior.

Cabe ao aluno entrar em contato com a pró-reitoria da instituição, particular ou pública, a qual procederá a análise de reconhecimento. Se o diploma for oriundo de um dos estados partes do Mercosul, deve-se consultar o parecer CNE/CES nº 106/2007.


Certificado de pós-graduação lato sensu expedido por universidades estrangeiras

A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), não disciplinou a revalidação de pós-graduação lato sensu, bem como não há normatização elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE)... ( continua em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=268&Itemid=323 )




  

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Livro 2013. Pedagogias Culturais.

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LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

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LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Número de professores com doutorado no ensino superior cresceu 124% na última década

06/10/2016- 16h09min
  -  Atualizada em 06/10/2016- 16h09min



O número de professores com doutorado nas salas de aulas da instituições de ensino superior brasileiras mais que dobrou na última década. Conforme dados do Censo da Educação Superior, divulgado nesta quinta-feira, a presença desses profissionais cresceu 124% entre 2005 e 2015.

Em 2015, professores com essa titulação representavam 36% do total de docentes, 14% a mais que 10 anos antes. O principal responsável pelo avanço foi a rede pública. Se há 11 anos os doutores eram 40% nessas instituições, passaram a ser 68% dos professores. Já na rede privada, houve pequena retração. De 22% em 2005, profissionais com essa titulação chegaram a 21% em 2015.

Enquanto o típico docente da rede pública possui doutorado, o grau de formação mais frequente entre os professores na rede privada é o mestrado, chegando a quase 50%. O regime de trabalho também é diferenciado em cada um das redes: nas instituições públicas, professores costumam atuar em tempo integral. 

Já nas privadas, os profissionais dedicam-se parcialmente à atividade de docência. Em gênero e faixa etária, o perfil do profissional que leciona é idêntico em ambas as redes: a maioria são homens, e a média de idade é... ( continua em http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/10/numero-de-professores-com-doutorado-no-ensino-superior-cresceu-124-na-ultima-decada-7691310.html )


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CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.
http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.